quinta-feira, 23 de abril de 2009

Tentando recuperar pen driver.

Um pen drive é um dispositivo em estado sólido, e não enfrenta problemas de corrupção de dados devido a choques mecanicos, mas falhas de software podem deixar seu pen drive em um estado inacessível, não sendo possivel as vezes nem formatá-lo.

Em alguns casos isso é provocado devido ao fim da vida útil da memória flash do aparelho, não existindo mais recuperação se for esse o caso. Mas na maioria das vezes isso é provocado apenas devido a corrupção do sistema de arquivos do pen drive.

Em muito casos, uma simples formatação pelo explorer ou gerenciador de discos acaba resolvendo a situaçao, mas em outros casos o estrago no sistema de arquivos é tão grande que o pen drive nem é mais reconhecido pelo gerenciador de discos, não sendo possivel formatá-lo.

Para solucionar essa situação, faça o download do utilitário da HP no link


Se não funcionar, tente o link



Descompacte o arquivo baixado e execute o programa HP USB Storage Format Utility. Selecione o pen drive na lista e formate-o com sistema de arquivos FAT16 se o tamanho for inferior a 2GB ou FAT32 se o tamanho for superior.

O mesmo utilitário pode ser usado para deixar o pen drive bootável durante a inicializaçao do computador. Isso requer também suporte pela BIOS do seu micro.

Essa mesma dica funciona com cartoes de memória dando erros aleatórios em maquinas digitais e cujo problema seja causado por sistema de arquivos corrompido. Você deve conectar o cartao de memória em algum leitor USB (não serve a câmera), e formatá-lo usando esse utilitário.

Ainda não funciona

Se mesmo apos as dicas anteriores você não conseguir recuperar seu pen drive, cartão de memória ou afins, provavelmente ele infelizmente não tem mais recuperação, não servindo mais para muita coisa.

Evitando problemas futuros

Para se evitar problemas futuros, é importante sempre desconectar o pen drive (ou MP3 player) somente após desmontar a unidade. Isso no Linux é feito atravez do comando umount.

Caso voce ainda use aquele sistema pago, sempre clique naquela setinha verde ao lado do relogio, eaguarde aparecer a mensagem que seu dispositivo pode ser removido com segurança.

sábado, 11 de abril de 2009

Dicas sobre conversão de musica(pedido por Leitor)

Use o melhor programa gratuito para converter suas músicas para MP3. O programa é leve, rápido e eficiente. Você faz a conversão sem nenhuma perda de qualidade do som de suas músicas.


Existem dois pontos que são muito importantes na hora de fazer a conversão dos arquivos:

1 - A qualidade da conversão. O programa tem que trocar de formato sem perder a qualidade do som. A música tem que ficar perfeita para ouvir em qualquer aparelho que rode MP3 e o som tem que ser alto e sem falhas.

2 - A rapidez com que o programa converte as músicas do CD. Você não quer perder muito tempo passando horas em frente ao PC esperando terminar o trabalho.

Levando esses dois pontos em consideração, o melhor de todos os programas para converter as músicas que você tem no computador é o "Free MP3 WMA Converter".


Baixe o Free MP3 WMA Converter e converta suas músicas para MP3 e vários outros formatos diferentes ou faça o download diretamente do Koyote Software.

Com esse programa você converte rapidamente todas as músicas de um CD inteiro muito rápido e com uma ótima qualidade. Ele tem um ótimo compressor e vai diminuir a música ao menor tamanho possível sem nenhuma perda da qualidade da música original.

O programa é muito fácil de usar e até mesmo usuários iniciantes vão conseguir fazer a conversão sem complicação. Outro aspecto positivo para usuários inexperientes é que o programa é totalmente em português.

Uma facilidade a mais que pouquíssimos programas gratuitos tem é a opção de converter muitas músicas para MP3 ao mesmo tempo. Em vez de converter música por música, você seleciona várias faixas ao mesmo tempo para fazer a conversão de uma só vez.Também é possível fazer a conversão de vários formatos de áudio entre si (é praticamente um conversor universal de áudios) e você tem a opção de controlar a qualidade do áudio. O programa roda em todos os Windows.

A quantidade de formatos que você pode converter é enorme:

Converter de MP3 para OGG, MP3 para WMA, MP3 para AAC, MP3 para WAV etc;

Converter de WAV para MP3, WAV para OGG, WAV para AAC, WAV para WMA etc;

Converter de WMA para MP3, WMA para OGG, WMA para AAC, WMA para WAV etc;

Converter de OGG para MP3, OGG para WMA, OGG para AAC, OGG para WAV etc;

Converter de AAC para MP3, AAC para WMA, AAC para OGG, AAC para WAV etc;

Converter de APE para MP3, APE para WMA, APE para OGG, APE para WAV etc;

Converter de M4A para MP3, M4A para WMA, M4A para OGG, M4A para WAV etc;

Converter de AC3 para MP3, AC3 para WMA, AC3 para OGG, AC3 para WAV,etc;

Converter de FLAC para MP3, FLAC para WMA, FLAC para OGG, FLAC para WAV etc.

Ou seja, você pode converter todos os arquivos de áudio (Mp3, Wma, Ogg, Aac, M4a, Ac3, Ape, Flac, Wav) entre si.

Você também pode converter as coleções de músicas do seu iTunes (formato m4a) para MP3, WMA, OGG, etc. O que é muito raro e difícil de encontrar em programas semelhantes.

Este pequeno software passa para MP3 as músicas que você já tem no seu computador ou já ripa direto no formato desejado. É um dos melhores programas de edição de áudio que já baixei da Internet.

Dicas:-

Na hora de instalar o programa desmarque as duas caixas de diálogo que vem marcadas por padrão.

Uma começa com "Set Yahoo! as my..." e a outra começa com "I agree to the terms...", pois se você não desmarcar serão instaladas duas barras de buscas.

Se você instalou e quiser desinstalar é só ir no adicionar e remover programas do Windows.- Se você quiser o som com uma ótima qualidade modifique a taxa de bits (Kbps) de 128 para 256 nas configurações e escolha a opção Estéreo (Stereo). O som vai ficar perfeito.

O programa ainda vem com um ripador de CDs integrado grátis. Com ele você pode ripar o CD completo ou apenas algumas faixas que você selecionar. E o que é melhor, você escolhe o formato de saída, ou seja, já ripa e converte de uma só vez.

Você também pode mudar o bitrate, cortar falhas de músicas, etc. Poucos programas pagos são tão bons e eficientes quanto este que é totalmente gratuito.

sábado, 4 de abril de 2009

ENTENDA UM POUCO SOBRE DISCO RIGIDO ( HD ).

Os computadores são constituídos por uma série de tecnologias que atuam em conjunto. Processadores, memórias, chips gráficos, entre outros, evoluem e aumentam a experiência do usuário. Com os discos rígidos não poderia ser diferente e o padrão Serial ATA (SATA) é a prova disso. Este artigo apresentará essa tecnologia, mostrando seus diferenciais em relação ao padrão Paralell ATA (cuja última versão recebeu a terminologia ATA 133), como funciona e suas vantagens.

Serial ATA x Paralell ATA

O padrão Serial ATA (ou SATA - Serial Advanced Technology Attachment) é uma tecnologia para discos rígidos que surgiu no mercado no ano 2000 para substituir a tradicional interface PATA (Paralell ATA ou somente ATA ou, ainda, IDE).

O nome de ambas as tecnologias já indica a principal diferença entre elas: o PATA faz transferência de dados de forma paralela, ou seja, transmite vários bits por vez, como se estes estivessem lado a lado. No SATA, a transmissão é em série, tal como se cada bit estivesse um atrás do outro. Por isso, você deve imaginar que o PATA é mais rápido, não? Na verdade, não é. A transmissão paralela de dados (geralmente com 16 bits por vez) causa um problema conhecido como "ruído", que nada mais é do que a perda de dados ocasionada por interferência. Para lidar com isso nos HDs PATA, os fabricantes utilizam mecanismos para diminuir o ruído. Um deles é recomendar a utilização de um cabo IDE (o cabo que liga o HD à placa-mãe do computador) com 80 vias (ou seja, oitenta fios) ao invés dos tradicionais cabos com 40 vias. As vias a mais atuam como uma espécie de blindagem contra ruídos.

No caso do padrão SATA o ruído praticamente não existe, mesmo porque seu cabo de conexão ao computador possui apenas 4 vias e também é blindado. Isso acaba trazendo outro ponto de vantagem ao SATA, pois como o cabo tem dimensão reduzida, o espaço interno do computador é melhor aproveitado, facilitando inclusive a circulação de ar.

O padrão Paralell ATA tem sua velocidade de transmissão de dados limitada por causa do ruído. A última especificação dessa tecnologia é o ATA 133 que permite, no máximo, uma taxa de transferência de 133 MB por segundo. O Serial ATA, por sua vez, pode utilizar uma velocidade maior.

Há outra característica interessante no SATA: HDs que utilizam essa interface, não precisam de jumpers para identificar o disco master (primário) ou secundário (slave). Isso ocorre porque cada dispositivo usa um único canal de transmissão (o PATA permite até dois dispositivos por canal), atrelando sua capacidade total a um único HD. No entanto, para não haver incompatibilidade com dispositivos Paralell ATA, é possível instalar esses aparelhos em interfaces seriais através de placas adaptadoras. Muitos fabricantes de placas-mãe oferecem placas-mãe com ambas as interfaces.

Outra novidade interessante do SATA é a possibilidade de uso da técnica "hot-swap", que torna possível a troca de um dispositivo Serial ATA com o computador ligado. Por exemplo, é possível trocar um HD sem ser necessário desligar a máquina para isso. Este recurso é muito útil em servidores que precisam de manutenção/reparos, mas não podem parar de funcionar.


Velocidade do padrão SATA

A primeira versão do SATA trabalha com taxa máxima de transferência de dados de 150 MB por segundo (MB/s). Essa versão recebeu os seguintes nomes: SATA 150, SATA 1.0, SATA 1,5 Gbps (1,5 gigabits por segundo) ou simplesmente SATA I.

É necessário fazer uma observação quanto ao aspecto de velocidade: na prática, dificilmente os valores mencionados (150 MB e 300 MB) são alcançados. Essas taxas indicam a capacidade máxima de transmissão de dados entre o HD e sua controladora (presente na placa-mãe), mas dificilmente são usadas em sua totalidade, já que isso depende de uma combinação de fatores, como conteúdo da memória, processamento, tecnologias aplicadas no disco rígido, etc.

Há outra ressalva importante a ser feita: a entidade que controla o padrão SATA (formada por um grupo de fabricantes e empresas relacionadas) chama-se, atualmente, SATA-IO (SATA International Organization). O problema é que o nome anterior dessa organização era SATA-II, o que gerava certa confusão com a segunda versão do SATA. Aproveitando essa situação, muitos fabricantes inseriram selos da SATA II em seus HDs SATA 1.0 para confundir os usuários, fazendo-os pensar que tais discos eram, na verdade, da segunda geração de HDs SATA. Por isso é necessário olhar com cuidado as especificações técnicas do disco rígido no momento da compra, para não levar "gato por lebre". A SATA-IO chegou a publicar uma nota referente a isso.
HD SATA
HD IDE OU PATA
Tecnologias relacionadas ao SATA

Os fabricantes de HDs SATA podem adicionar tecnologias em seus produtos para diferenciá-los no mercado ou para atender a uma determinada demanda, o que significa que um certo recurso não é obrigatório em um disco rígido só por este ser SATA. Vejamos alguns deles:

NCQ (Native Command Queuing): o NCQ é tido como obrigatório no SATA II, mas é opcional no padrão SATA I. Trata-se de uma tecnologia que permite ao HD organizar as solicitações de gravação ou leitura de dados numa ordem que faz com que as cabeças se movimentem o mínimo possível, aumentando (pelo menos teoricamente) o desempenho do dispositivo e sua vida útil. Para usufruir dessa tecnologia, não só o HD tem que ser compatível com ela, mas também a placa-mãe, através de uma controladora apropriada. Se a placa-mãe é compatível com SATA, é possível que exista o suporte ao NCQ (é necessário consultar o manual da placa para ter certeza).

xSATA: basicamente o xSATA é uma tecnologia que permite ao cabo do HD ter até 8 metros de tamanho, sem que haja perda de dados significativa (uma tecnologia anterior, a eSATA, permitia até 2 metros).

Link Power Management: esse recurso permite ao HD utilizar menos energia elétrica. Para isso, o disco rígido pode assumir três estados: ativo (active), parcialmente ativo (partial) ou inativo (slumber). Com isso, o HD vai receber energia de acordo com sua utilização no momento.

Staggered Spin-Up: esse é um recurso muito útil em sistemas RAID, por exemplo, pois permite ativar ou desativar HDs trabalhando em conjunto sem interferir no funcionamento do grupo de discos. Além disso, a tecnologia Staggered Spin-Up também melhora a distribuição de energia entre os discos.

Hot Plug: em sua essência, a tecnologia Hot Plug permite conectar o disco ao computador com o sistema operacional em funcionamento. Esse é um recurso muito usado em HDs do tipo removível

Conectores e cabos

Conforme já foi dito, o cabo de dados do padrão SATA é diferente do cabo da interface PATA, justamente por utilizar apenas quatro vias. Como conseqüência, seu conector também é menor, como mostra a imagem a seguir

Cabo sata Cabo ide
Além do cabo de dados, o conector do cabo de alimentação também é diferente no padrão SATA. Uma característica importante desse conector é que sua retirada do HD é mais fácil, se comparado ao padrão PATA.

A tecnologia SATA está aí e mostra que veio para ficar. No entanto, ainda há muito para que os HDs PATA saiam do mercado, mesmo porque esses são dispositivos feitos para durar. Não é por acaso que existe no mercado adaptadores que permitem conectar discos rígidos IDE em interfaces SATA

O padrão Serial ATA começou a ser desenvolvido oficialmente no ano de 1997 e surgiu a partir de uma iniciativa da Intel junto com cerca de 70 empresas (fabricantes de discos, computadores e componentes). A idéia foi formada pelo fato das próximas arquiteturas de computadores não serem compatíveis com os atuais padrões de comunicação e consumo de energia. Isso deixa claro o envolvimento da indústria para com a tecnologia e o quanto ela pode se mostrar promissora.

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Se Sim ou não deixe um comentario, se tiver uma duvida sobre hardware, redes ou algo sobre informatica pode perguntar que dentro da medida do possivel eu responderei.